About GOD.
GOD likes to watch
He is a prankster
Think about it.
He gives mans instincts
He gives you this extraordinary gift
and then what does he do? I swear
For his own amusement
His own private
cosmic
GAG REEL
He sets the rules in oposition.
Is the goof of all time
Look, but don't touch.
Touch, but don't taste,
Taste!
Don't swallow.
HA HA HA HA HA HA
And while you're jumping from one foot to the next, what is he doing?
He is laughing his sick fucking ass of.
He is a tightass!
He is a sadist!
He is an absentee landlord.
Whorship that?
Never.
PS.: nao corresponde aos meus pensamentos, só acho o discurso foda. Foi tirado do filme Advogado do Diabo.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
E quem sou eu pra dizer o contrário

Mudando de assunto:
- Suponho que o Senhor estará feliz - Disse Caim aos anjos - Ganhou a aposta contra satã e, apesar de tudo quanto está a sofrer, Jó não o renegou. Todos sabíamos que não o faria. Também o Senhor, imagino.
- O Senhor primeiro que todos.
- Isso quer dizer que ele ganhou a aposta porque tinha a certeza de que ia ganhar.
- De certo modo, sim.
- Portanto, tudo ficou como estava, neste momento o senhor não sabe mais de Jó do que aquilo que sabia antes.
- Assim é.
- Então, se é assim, expliquem-me por que está Jó leproso, coberto de chagas purulentas, sem filhos, arruinado.
- O senhor arranjará mandeiras de o compensar.
- Russuscitará os dez filhos, levantará as paredes, fará regressar os animais que não foram mortos? - perguntou Caim.
- Isso não sabemos.
- E o que fará o senhor à Satã, que tão mau uso, pelos vistos, parece ter feito da autorização que lhe foi dada.
- Provavelmente nada.
- Como nada? - perguntou Caim escandalizado - Mesmo que os escravos não contem para as estatísticas, há muita outra gente morta, e ouço que provavelmente o senhor não irá fazer nada.
- No céu as coisas sempre foram assim, não é nossa culpa.
- Sim, quando numa assembléia de seres celestes está presente Satã, há qualquer coisa que o simples mortal não entende.
A conversa ficou por ali, os anjos foram-se embora e Caim começou a pensar que teria de encontrar um caminho mais digno para sua vida.
------ * ------
-Não sabes a força que têm os anjos, com um só dedo levantariam uma montanha, o que me vale é serem tão disciplinados, não fosse isso e já teriam organizado um complô pra me deporem.
- Como satã? - disse Caim.
- Sim, como satã, mas a este já lhe encontrei a maneira de o trazer contente, de vez em quando deixo-lhe uma vítima nas mãos para que se entretenha, e isso lhe basta.
- Tal como fizeste a Jó, que não ousou amaldiçoar-te, mas que leva no coração toda a amargura do mundo.
- Que sabes tu do coração de Jó?
- Nada, mas sei tudo do meu e alguma coisa do teu - Respondeu Caim.
- Não creio, os deuses são como poços sem fundo, se te debruçares neles nem mesmo a tua imagem conseguirás ver
- Com o tempo todos os poços acabam por secar, a tua hora também há de chegar.
O Senhor não respondeu, mas olhou fixamente Caim e disse:
- O teu sinal na testa está maior, parece um sol negro a levantar-se do horizonte dos olhos.
- Bravo. - exclamou Caim, batendo palmas - Não sabia que fosses dado à poesia.
- È o que digo, não sabes nada de mim.
Com esta magoada declaração, Deus afastou-se e, mais discretamente que à chegada, sumiu-se noutra dimensão.
Retirado de Caim, José Saramago.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Fui abduzida por aliens.

Tudo aconteceu na tarde/noite de ontem
Estava eu, inocentemente, usando meu querido msn, falando com pelo menos 5 pessoas ao mesmo tempo e, não só, pois sou muito prática, regando meus pêssegos da colheita feliz, além de recolher grana no joga craque, até notar que - além de um infeliz ter roubado minha lã e meus ovos - estava com fome.
Um aroma de carne invadiu meus sensores de olfato de forma que me vi obrigada a, infelizmente, me ausentar da presença virtual de meus serelepes amiguinhos que tanto amo.
Fui até a cozinha e me servi da carne com molho de abacaxi, plágio da comida do bandejão, a qual eu sempre peço para minha mamãe fazer.
Eu sabia, é claro, que enquanto eu jantava alegremente, minha queria progenitora iria se apoderar do uso de meu computador, até sabe-se lá que horas.
Então deite-me no sofá da sala após terminar minha refeição e fiquei assistindo televisão.
Em determinado momento, meus caros leitores, eu pisquei.
E ao abrir os olhos, estava em minha cama, com meu cachorro deitado ao meu lado, onde costuma deitar.
Vamos fazer uma pequena análise de fatos:
Eu tenho sono leve, acordo com qualquer coisa. O que inclui meu irmão me tirando do sofá e atravessando a casa pra me colocar na cama.
Eu não estava com sono ao deitar, de forma que mesmo que tente, não me lembro de sequer pensar em dormir enquanto estava no sofá.
A única coisa que sei é que, ao acordar, em minha cama, levantei-me. Não tinha sono absolutamente nenhum, ainda que não tenha dormido absolutamente nada na noite passada (e quando isso acontece, normalmente durmo até 15 horas no dia seguinte). Fui até a cozinha. O relógio marcava 3 da madrugada.
Preparei um chá de frutas vermelhas, comi um pacotinho de clube social (que aliás, por que diabos se chama clube social?) e sentei em minha cama de volta.
Peguei meu livro intitulado Caim, de José Saramago, e acabei as ultimas 60 paginas que faltavam. Nem isso me deu sono. Li mais umas 30 páginas de outro livro e nada.
Então me deitei, me revirei por duas horas e levantei 6 da manhã, ligando o computador logo em seguida pra narrar o ocorrido.
Sério, meys, Aliens.
Nao estranho se encontrar um chip em qualquer lugar ocasionalmente.
Searah, nao tema, eles não são hostis. Acho.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Post aleatório nº 3
O post anterior gerou muita marotagem, brigas e D.R.s
Vamos a um post um pouquinho mais light.
Era uma vez uma garotinha chamada Benedita.
Não há nada de especial em Benedita.
Ela era apenas uma garota random do tipo que você nem leva muito a sério. I mean, ela tinha muitos amigos, e tals, mas não fazia muita diferença na sociedade.
Ela vivia muito bem, obrigado, não reclamava da comida inssoça, nao gostava de ervilha e ia muito bem em história.
Enfim, não tem nada de especial.
Benedida, por acaso, estava serelepemente andando pela rua Joaquim Machado, que tinha uma confeitaria muito boa, por sinal, mas que não lhe atraía, uma vez que Benedita já tinha seus bem feitos 18 anitos.
Eis que, andando, no meio da rua, Benedida parou para pensar, sem pensar que o meio da rua não é exatamente um bom lugar para parar.
Holy crap, nunca amei ninguém
Benedita, por acaso, e só por acaso, foi atropelada por um caminhão, no exato momento em que constatou o fato que tornou sua morte 80% mais triste.
Ou teria tornado, porque Benedida não morreu.
Por outro lado, ao escapar da morte por tão pouco, pensou:
Eu devia ter morrido! Alguém que nunca amou ninguém nao merece viver.
Então Benedida pensou num modo de morrer. Mas ela queria morrer de forma muito foda.
Então ela fez o seguinte:
Primeiro, arranjou um fio de nylon com cerol e fez um nó, como se fosse uma forca, e prendeu no teto.
Subiu num banquinho e colocou a cabeça no meio do laço.
Então passsou cola na mão, tipo super bonder, e colou as mãos na cabeça.
Daí, empurrou o banquinho e teve a cabeça decepada, segura pelas mãos
E todo aquele que a encontrava, jurava que ela havia arrancado a cabeça com as mãos.
E assim morreu Benedita, que tinha uma vida boa e simples, mas morreu de forma fodastica.
Conclusão: Quem escreveu isso, nao tinha nada melhor pra fazer.
Vamos a um post um pouquinho mais light.
Era uma vez uma garotinha chamada Benedita.
Não há nada de especial em Benedita.
Ela era apenas uma garota random do tipo que você nem leva muito a sério. I mean, ela tinha muitos amigos, e tals, mas não fazia muita diferença na sociedade.
Ela vivia muito bem, obrigado, não reclamava da comida inssoça, nao gostava de ervilha e ia muito bem em história.
Enfim, não tem nada de especial.
Benedida, por acaso, estava serelepemente andando pela rua Joaquim Machado, que tinha uma confeitaria muito boa, por sinal, mas que não lhe atraía, uma vez que Benedita já tinha seus bem feitos 18 anitos.
Eis que, andando, no meio da rua, Benedida parou para pensar, sem pensar que o meio da rua não é exatamente um bom lugar para parar.
Holy crap, nunca amei ninguém
Benedita, por acaso, e só por acaso, foi atropelada por um caminhão, no exato momento em que constatou o fato que tornou sua morte 80% mais triste.
Ou teria tornado, porque Benedida não morreu.
Por outro lado, ao escapar da morte por tão pouco, pensou:
Eu devia ter morrido! Alguém que nunca amou ninguém nao merece viver.
Então Benedida pensou num modo de morrer. Mas ela queria morrer de forma muito foda.
Então ela fez o seguinte:
Primeiro, arranjou um fio de nylon com cerol e fez um nó, como se fosse uma forca, e prendeu no teto.
Subiu num banquinho e colocou a cabeça no meio do laço.
Então passsou cola na mão, tipo super bonder, e colou as mãos na cabeça.
Daí, empurrou o banquinho e teve a cabeça decepada, segura pelas mãos
E todo aquele que a encontrava, jurava que ela havia arrancado a cabeça com as mãos.
E assim morreu Benedita, que tinha uma vida boa e simples, mas morreu de forma fodastica.
Conclusão: Quem escreveu isso, nao tinha nada melhor pra fazer.
Postagem aleatória número 2
Era uma vez o Joaquim.
Joaquim era um garoto serelepe e muito maroto, que não por acaso, iniciou suas trevessuras precocemente, e aos 13 anos já bebia coisas que crianças de 13 anos não deviam beber. E foi tão precoce que ainda aos 13 anos descobriu coisas que crianças de 13 anos não deviam descobrir.
Joaquim cresceu, e aos 18 anos não podia mais contar o número de garotas com quem saíra. Afinal, todo sábado seus amigos igualmente marotos o chamavam para beber. E não iam beber. Claro, bebiam, mas o motivo da saída era apenas um: membros do sexo feminino, que apareciam sempre em bandos para Joaquim.
Um dia, Joaquim conheceu Joana por esse recurso magnífico e avançado, chamado Internet.
Joana era uma garotinha besta, dois anos mais nova, porém que, nessa idade, não conhecia tantas coisas quanto Joaquim aos 13. Era, por assim dizer, atrasada nessas peraltices.
Joaquim então, todo pomposo, pediu ficar com Joana, seis meses antes de um provavel (sim, provavel) encontro entre os dois.
Ela ficou toda toda.
Ele esqueceu o assunto em seguida. E pediu pra ficar com uma outra garota, também, no dia seguinte em que ficaria com a pobre Joana.
A pobre Joana, que não tinha nada de pobre, pertencia à classe média, disse que ia pensar, pois sabia das peraltices de Joaquim.
Passou-se o tempo, e os dois, Joaquim e Joana, passaram a conversar constantemente pela internet. Não por acaso, Joaquim passava horas pensando em cantadas marotas para convencer Joana de ficar com Joaquim.
Quando os seis meses acabaram, e o encontro dos dois aconteceu, a garota com quem Joaquim ficaria no dia seguinte, lhe deu um pé, e ele ficou triste, chorou de verdade, mas ficou com Joana.
Joaquim era realmente maroto, e logo deu a notar o motivo de sua fama com os membros do sexo feminino: era o que chamam de garoto de pegada.
Joana, pobrezinha, que só tinha ficado com um punhado de garotinhos tão pobrezinhos quanto ela, ficou encantada.
Joaquim, que sempre se aproveitou de garotas tão marotas quanto ele, se encantou com a ingenuidade de Joana.
Não por acaso, o casal de Js começou a namorar.
No meio do caminho, porém, o peralta Joaquim resolve peraltar por aí, com outro membro do sexo feminino, e conta a Joana apenas um mês depois. Joana perdoa, porque ama Joaquim.
Joana é idiota.
Joaquim, porém, se deu bem.
Foi tudo muito legal, mesmo, mas eles moravam muito longe um do outro, e Joana, que sempre foi muito dedicada ao próprio futuro (porém, por algum motivo, não tanto aos estudos) colocava sempre a razão na frente e reservava mais tempo para estudar do que para namorar. Joaquim não gostava disso. Joana sabia e, para poupá-lo, botou um fim nas coisas e resolveu estudar.
Ela procurava um príncipe.
Ele procurava a próxima.
Ela resolveu estudar.
Ele ainda está procurando a próxima.
Conclusão: Os homens não evoluem.
Post Aleatório número 1
Esse blog é branco.
Se você simplesmente ler essa frase, como pessoa marota que apenas abriu, olhou o blog e fechou em seguida, com o pensamento de "que pessoa idiota", claro que a frase "esse blog é branco" não soa nem um pouco, como posso dizer, chocante. I mean, não é algo em que você vá prensar o resto do dia. Ou vai, não sei. A coisa é: Esse é meu primeiro blog branco. Todos os demais que já fiz, desde flog no antigo flogão (meldels) tinham como plano de fundo o mais absoluto preto. Motivo esse que sou uma emuxa enrustida. Brinks, people. É diferente dos meus padrões. Eu simplesmente queria uma coisa mais light, mais aberta, mais do tipo, hey, posso respirar.
Eu ainda mantenho meus blogs negros e obscuros, mas não vou falar deles aqui. Esse blog é pra falar de qualquer coisa que não seja os assuntos que eu costumo falar, porque, meu, cansou.
Por que eu tomei a iniciativa de fazer isso?
Bem, normalmente eu não tomo iniciativa pra nada.
Digamos que deu um feeling.
Sou movida pela seguinte frase:
I've been dying to tell you anything you want to hear
Randomico? Não. Na verdade não. Isso vai ter muito sentido pra qualquer um que leia essa frase. "Ela criou o blog pra agradar alguém hahaha, idiota".
Pois é, como eu disse, não é randomico, se você consegue imaginar um motivo plausível. Porém, como os casos de House, não é porque você achou um motivo plausível que está certo.
Não estou dizendo que não é esse o motivo.
Tambem nao estou dizendo que é.
Estou apenas lhe dando o direito da dúvida.
Enfim, people, be happy.
Se você simplesmente ler essa frase, como pessoa marota que apenas abriu, olhou o blog e fechou em seguida, com o pensamento de "que pessoa idiota", claro que a frase "esse blog é branco" não soa nem um pouco, como posso dizer, chocante. I mean, não é algo em que você vá prensar o resto do dia. Ou vai, não sei. A coisa é: Esse é meu primeiro blog branco. Todos os demais que já fiz, desde flog no antigo flogão (meldels) tinham como plano de fundo o mais absoluto preto. Motivo esse que sou uma emuxa enrustida. Brinks, people. É diferente dos meus padrões. Eu simplesmente queria uma coisa mais light, mais aberta, mais do tipo, hey, posso respirar.
Eu ainda mantenho meus blogs negros e obscuros, mas não vou falar deles aqui. Esse blog é pra falar de qualquer coisa que não seja os assuntos que eu costumo falar, porque, meu, cansou.
Por que eu tomei a iniciativa de fazer isso?
Bem, normalmente eu não tomo iniciativa pra nada.
Digamos que deu um feeling.
Sou movida pela seguinte frase:
I've been dying to tell you anything you want to hear
Randomico? Não. Na verdade não. Isso vai ter muito sentido pra qualquer um que leia essa frase. "Ela criou o blog pra agradar alguém hahaha, idiota".
Pois é, como eu disse, não é randomico, se você consegue imaginar um motivo plausível. Porém, como os casos de House, não é porque você achou um motivo plausível que está certo.
Não estou dizendo que não é esse o motivo.
Tambem nao estou dizendo que é.
Estou apenas lhe dando o direito da dúvida.
Enfim, people, be happy.
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