quinta-feira, 15 de abril de 2010

Olá pessoas marotas.
Como vão?
Espero que bem.
Eu estou muito bem, obrigada, melhor impossível.
A libertade me envolve e me aprisiona, não consigo me livrar dela, nem se quisesse. O sentimento é passageiro e caloroso, e eu nao trocaria por um morno duradouro. Já me apaixonei um milhão de vezes, e me apaixonarei outras mil, por todos, por meus amigos, por meus amores. Minha vida é tenra demais pra que eu me aprisione a qualquer coisa que me limite. 18 anos merecem limites inexistentes. Me permiti brincar, me permiti algemas que agora não faço a menor questão. Bambolê de otário, como já ouvi alguém dizer.
A liberdade é mais doce depois do aprisionamento, o calor é mais gostoso no frio e não há bem sem mal. Por isso agradeço aos meus limites por me mostrarem o quão bom é a liberdade.

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