quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Post aleatório nº 3

O post anterior gerou muita marotagem, brigas e D.R.s
Vamos a um post um pouquinho mais light.

Era uma vez uma garotinha chamada Benedita.

Não há nada de especial em Benedita.
Ela era apenas uma garota random do tipo que você nem leva muito a sério. I mean, ela tinha muitos amigos, e tals, mas não fazia muita diferença na sociedade.
Ela vivia muito bem, obrigado, não reclamava da comida inssoça, nao gostava de ervilha e ia muito bem em história.
Enfim, não tem nada de especial.
Benedida, por acaso, estava serelepemente andando pela rua Joaquim Machado, que tinha uma confeitaria muito boa, por sinal, mas que não lhe atraía, uma vez que Benedita já tinha seus bem feitos 18 anitos.
Eis que, andando, no meio da rua, Benedida parou para pensar, sem pensar que o meio da rua não é exatamente um bom lugar para parar.

Holy crap, nunca amei ninguém


Benedita, por acaso, e só por acaso, foi atropelada por um caminhão, no exato momento em que constatou o fato que tornou sua morte 80% mais triste.

Ou teria tornado, porque Benedida não morreu.

Por outro lado, ao escapar da morte por tão pouco, pensou:

Eu devia ter morrido! Alguém que nunca amou ninguém nao merece viver.

Então Benedida pensou num modo de morrer. Mas ela queria morrer de forma muito foda.

Então ela fez o seguinte:
Primeiro, arranjou um fio de nylon com cerol e fez um nó, como se fosse uma forca, e prendeu no teto.
Subiu num banquinho e colocou a cabeça no meio do laço.
Então passsou cola na mão, tipo super bonder, e colou as mãos na cabeça.
Daí, empurrou o banquinho e teve a cabeça decepada, segura pelas mãos



E todo aquele que a encontrava, jurava que ela havia arrancado a cabeça com as mãos.


E assim morreu Benedita, que tinha uma vida boa e simples, mas morreu de forma fodastica.

Conclusão: Quem escreveu isso, nao tinha nada melhor pra fazer.

Um comentário:

Cαndy; disse...

tenho medo desse post, é o_o